segunda-feira, 6 de abril de 2009

... AMOR....

AMOR

Um dia um poeta disse: “...A vida é feita de encontros, embora haja tantos desencontros pela vida...”
Isto é tão aparentemente fácil, o quanto é fácil mandar flores, ou seja, seria fácil, se não fosse o cartão. Alguma vez você decidiu mandar flores e não sabia o que escrever no cartão? Porque não encontrava palavras? Ou preferiu escrever: “...simplesmente, TE AMO!”. É sempre assim quando o assunto é amor. Dá-se a impressão de que o conceito de amor que nos ensinaram tem como final algo parecido com OBRIGAÇÃO, POSSE ou DEPENDÊNCIA. Que estranho não é? Há quem diga que o amor liberta!?! E aí?
Nossas respostas são nossas, como cartão de crédito: “pessoal, codificado e intransferível”. Se pudéssemos padronizar com certeza teríamos de nascer com manual de instruções, receita ou bula e ainda assim teríamos muita assistência técnica. Somos seres sem garantia, porém com a certeza de que onde houver amor, haverá concerto. Amor, que é felicidade, não dá felicidade que só se conhece depois de virar saudade, mas daquela que constrói incondicionalmente.
Sabemos que as coisas boas duram o suficiente para se tornarem inesquecíveis e que não se mede a felicidade pelo tamanho da casa, mas pelo tamanho das coisas que enchem a casa.
O amor é infinito, sem a obrigação de ser eterno. Pois o amor se torna eterno por sua beleza e liberdade, não pela certeza de que é dono. É preciso olhar, sempre com os olhos da descoberta, somente assim veremos que há algo de novo para ser amado a cada dia, na pessoa que julgamos Ter conhecido tudo.
Ame sempre! Sem medo de ser feliz ou de sofrer!

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